TÍTULO: OBSERVAÇÃO NA UNIDADE DE SAÚDE ERIONALDO CORREIA PEREIRA. DISPONIBILIDADE DE MEDICAMENTOS DO CUADRO BÁSICO.
ESPECIALIZANDO: LIUDMILA GUILLEN FERRAN.
ORIENTADOR: MARIA HELENA PIRES ARAUJO BARBOSA.
A Unidade Básica de Saúde (UBS) Erionaldo Correia Pereira localizada no município Poço Redondo do estado Sergipe é composta por três equipes de saúde, sendo classificada como tipo três. Minha equipe é a numero 8, integrada por um médico de família e comunidade, um enfermeiro generalista, um técnico de enfermagem, 8 agentes comunitários de saúde , também um cirurgião dentista especialista e um técnico em saúde bucal. A unidade realiza ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento e a reabilitação dos usuários como primeiro nível de cuidado da Atenção Básica.
Em nosso trabalho utilizamos o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e de Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) que tem como objetivo incentivar as equipes a melhorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos cidadãos (BRASIL, 2017), além da Autoavaliação para Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção (AMAQ), para definir os principais problemas que afetam à população.
A equipe realizou uma reunião onde fizemos a avaliação da UBS. Foram identificados múltiplos problemas e priorizados com pontuação menor de 5, construindo matrizes de intervenção e dando solução aos problemas identificados. Dentre eles, definimos como prioritário o déficit de medicamentos existentes no município, porque na maioria das vezes a população deixa de fazer seu tratamento por falta de medicamentos na unidade básica de saúde e não ter condições financeiras para adquirir sua medicação nas redes de farmácias. E, a não adesão ao tratamento farmacológico contribui para o pior prognóstico desses indivíduos.
A UBS não disponibiliza de medicamentos do componente básico da assistência farmacêutica com suficiência e regularidade, pois há insuficiência de medicamentos como os antianêmicos, anti-hipertensivos, hipoglicemiantes, antiparasitários e antibióticos, medicamentos que garantem a boa execução dos tratamentos.
Esta microintervenção tem como objetivo garantir aos usuários os medicamentos necessários para a execução do tratamento e implementar a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares na UBS em suas diferentes modalidades como a fitoterapia tradicional, a fitoterapia popular, fitoterapia ocidental com finalidade paliativa e terapêutica.
Para isso foram elaboradas as seguintes ações: Fazer um novo levantamento de usuários com doenças crônicas e identificar os medicamentos que eles fazem uso (apêndice 1), sendo esse preenchido pelos agentes comunitários de saúde; Realizar uma reavaliação de cada usuário e analisar o tratamento prescrito; Discutir as demandas mensalmente com a responsável de farmácia e acompanhar o pedido de medicamentos e insumos; Implementar na unidade básica de saúde á Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares como medicina alternativa; Realizar palestras para a comunidade sobre a importância das práticas integrativas e complementares; Construir um canteiro de plantas medicinais na unidade básica de saúde, além de evitar fazer receitas a solicitação do usuário.
Como potencialidades na execução temos que nossa equipe achou muito bom este trabalho, pois agora conhecem com profundidade o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e de Qualidade da Atenção Básica. Os integrantes da equipe discutem agora o cumprimento das ações em cada reunião mensal. Ficamos todos mais motivados com a microintervenção e agora se espera realizar um bom monitoramento.
Em nosso trabalho apresentamos dificuldades durante sua execução como ausência de algumas informações, como por exemplo, o número atualizado de usuários com doenças crônicas e os medicamentos que usavam. Além disso, em alguns momentos o desconhecimento sobre a Política Nacional de Atenção Básica e o manejo de indicadores de saúde para que pudesse ser realizado o adequado monitoramento posteriormente. Desta forma, a reunião foi um momento de estudo e aprendemos mais sobre a nossa unidade básica de saúde.
Espera-se que nossa microintervenção permita que cada usuário tenha os medicamentos necessários para o controle de sua doença. Além disso, que os usuários e professionais façam uso da medicina alternativa e complementar e que trabalhemos em equipe para a confecção do pedido mensal de medicamentos. Acredita-se que os resultados positivos do nosso trabalho possam trazer satisfação à população da nossa área.
A Unidade Básica de Saúde (UBS) Erionaldo Correia Pereira localizada no município Poço Redondo do estado Sergipe é composta por três equipes de saúde, sendo classificada como tipo três. Minha equipe é a numero 8, integrada por um médico de família e comunidade, um enfermeiro generalista, um técnico de enfermagem, 8 agentes comunitários de saúde , também um cirurgião dentista especialista e um técnico em saúde bucal. A unidade realiza ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento e a reabilitação dos usuários como primeiro nível de cuidado da Atenção Básica.
Em nosso trabalho utilizamos o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e de Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) que tem como objetivo incentivar as equipes a melhorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos cidadãos (BRASIL, 2017), além da Autoavaliação para Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção (AMAQ), para definir os principais problemas que afetam à população.
A equipe realizou uma reunião onde fizemos a avaliação da UBS. Foram identificados múltiplos problemas e priorizados com pontuação menor de 5, construindo matrizes de intervenção e dando solução aos problemas identificados. Dentre eles, definimos como prioritário o déficit de medicamentos existentes no município, porque na maioria das vezes a população deixa de fazer seu tratamento por falta de medicamentos na unidade básica de saúde e não ter condições financeiras para adquirir sua medicação nas redes de farmácias. E, a não adesão ao tratamento farmacológico contribui para o pior prognóstico desses indivíduos.
A UBS não disponibiliza de medicamentos do componente básico da assistência farmacêutica com suficiência e regularidade, pois há insuficiência de medicamentos como os antianêmicos, anti-hipertensivos, hipoglicemiantes, antiparasitários e antibióticos, medicamentos que garantem a boa execução dos tratamentos.
Esta microintervenção tem como objetivo garantir aos usuários os medicamentos necessários para a execução do tratamento e implementar a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares na UBS em suas diferentes modalidades como a fitoterapia tradicional, a fitoterapia popular, fitoterapia ocidental com finalidade paliativa e terapêutica.
Para isso foram elaboradas as seguintes ações: Fazer um novo levantamento de usuários com doenças crônicas e identificar os medicamentos que eles fazem uso (apêndice 1), sendo esse preenchido pelos agentes comunitários de saúde; Realizar uma reavaliação de cada usuário e analisar o tratamento prescrito; Discutir as demandas mensalmente com a responsável de farmácia e acompanhar o pedido de medicamentos e insumos; Implementar na unidade básica de saúde á Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares como medicina alternativa; Realizar palestras para a comunidade sobre a importância das práticas integrativas e complementares; Construir um canteiro de plantas medicinais na unidade básica de saúde, além de evitar fazer receitas a solicitação do usuário.
Como potencialidades na execução temos que nossa equipe achou muito bom este trabalho, pois agora conhecem com profundidade o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e de Qualidade da Atenção Básica. Os integrantes da equipe discutem agora o cumprimento das ações em cada reunião mensal. Ficamos todos mais motivados com a microintervenção e agora se espera realizar um bom monitoramento.
Em nosso trabalho apresentamos dificuldades durante sua execução como ausência de algumas informações, como por exemplo, o número atualizado de usuários com doenças crônicas e os medicamentos que usavam. Além disso, em alguns momentos o desconhecimento sobre a Política Nacional de Atenção Básica e o manejo de indicadores de saúde para que pudesse ser realizado o adequado monitoramento posteriormente. Desta forma, a reunião foi um momento de estudo e aprendemos mais sobre a nossa unidade básica de saúde.
Espera-se que nossa microintervenção permita que cada usuário tenha os medicamentos necessários para o controle de sua doença. Além disso, que os usuários e professionais façam uso da medicina alternativa e complementar e que trabalhemos em equipe para a confecção do pedido mensal de medicamentos. Acredita-se que os resultados positivos do nosso trabalho possam trazer satisfação à população da nossa área.
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