26 de julho de 2018 / SEM COMENTÁRIOS / CATEGORIA: Relatos

TÍTULO: AUTOAVALIAR PARA MELHORAR O ACESSO DA QUALIDADE.

ESPECIALIZANDA: IZABEL CRISTINA FARIA DE OLIVEIRA

ORIENTADORA: Maria Betânia Morais de Paiva

 

   Essa atividade discorre sobre o processo de autoavaliação realizada da Unidade Básica de Saúde Laranjeiras dos Cosmes São José de Mipibu /RN, no primeiro semestre de 2018. A autoavaliação é um exercício necessário, nos serviços de saúde.  Uma vez que permite refletir sobre nossas potencialidades e fragilidades. É um instrumento de grande valia que nos da visão ampliada a respeito de onde devemos concentrar nossas ações. (AMAQ, 2016)

  A atividade proposta tem como objetivo avaliar o desempenho da equipe quanto as treze dimensões e subdimensões do manual de Autoavaliação de Melhoria do Acesso e Qualidade, assim como, identificar as possíveis fragilidades da equipe em relação aos requisitos listados pelo AMAQ.

  Ao chegar para compor a ESF de Laranjeiras dos Cosmes em meados de 2017, Tomei ciência que eles já haviam realizado uma autoavaliação, uma vez que se preparavam para receber a visita externa no Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade (PMAQ). Procurei me inteirar das classificações que a equipe havia obtido após a autoavaliação através com base no instrumento de Autoavaliação para Melhoria do Acesso e Qualidade(AMAQ) impresso que estava disponível da unidade. Identifiquei as fragilidades que estavam expostas na matriz de intervenção também construída anteriormente a minha chegada. Após o início da especialização em 2018 solicitei uma nova reunião em equipe para que pudéssemos reavaliar nossas potencialidades e fragilidades justificando que algumas mudanças já haviam acontecido no funcionamento da unidade e que fragilidades apontadas no passado já não poderiam existir mais. Na reunião respondemos o AMAQ impresso e observamos que alguns requisitos que o grupo havia avaliado com nota até cinco já não condizia com a realidade da equipe, uma vez que metas foram traçadas e alcançadas, mudanças de condutas e substituição de profissionais aconteceram. Ao término classificamos a equipe de acordo com as respostas de cada subdimensão e construímos uma nova matriz de intervenção. Acordamos que a cada 6 meses iremos nos reavaliar. Esperamos com essa maneira estar sempre buscando melhorias para a equipe e usuários O monitoramento dos indicadores da equipe é feito por planilha padrão fornecida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Não houve dificuldade em realizar a microintervenção pois todos os integrantes da equipe são cientes da necessidade de autoavaliar o desempenho da equipe.

 

 

 

Reunião em Equipe

 

 

 

 

Planilha para monitoramento de indicadores

 

 

 

 

Matriz de Intervenção:

Descrição do padrão: 4.37 A equipe de Atenção Básica desenvolve ações para os usuários de álcool e outras drogas no seu território.

Descrição da situação problema para o alcance do padrão: A equipe não desenvolve ações para usuários de álcool e outras drogas, pois tem dificuldades em trazer essa população para a UBS, uma vez que muitos não aceitam sua condição de saúde.

Objetivo/Meta: Formar grupos de apoio aos usuários de álcool e outras drogas e incentivar adesão desses usuários nas atividades ofertadas pela UBS.

Estratégias para alcançar os objetivos/metas

Atividades a serem desenvolvidas (Detalhamento da Execução)

Recursos necessários para o desenvolvimento das atividades

Resultados esperados

Responsáveis

Prazos

Mecanismo e indicadores para avaliar o alcance dos resultados

Criar grupos terapêutico multidisciplinar que aborde o assunto de forma lúdica. Ofertar apoio psicológico aos integrantes do grupo.

Palestras Roda de conversa e consultas individuais.

Recursos humanos e áudio visuais tais como: caixa de som, microfone e retroprojetor

Adesão dos usuários de álcool e outras drogas nos grupos de apoio ofertados pela equipe

ESF, NASF, CAPS

Junho à dezembro de 2017

Livro de frequência para acompanhar a presença dos participantes

 

 

 

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS:

BRASIL. Ministério da Saúde. Autoavaliação para Melhoria do Acesso e da Qualidade de Atenção Básica – AMAQ. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

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