Foi realizado uma reunião da equipe e explicando o que era o AMAQ e como era a avaliação e a importância de se realizar para a resolução de problemas da nossa unidade de saúde que são de nossa responsabilidade e outros da gestão municipal da secretaria de saúde. Apois a leitura do documento, todos fizeram uma avaliação profunda para melhoraria da qualidade de nossas ações de saúde.
Começamos com o ponto 1.12 (A gestão municipal de saúde desenvolve estratégias que garantam os direitos dos trabalhistas e previdenciários para os trabalhadores da atenção básica ) com pontuação de 6 pontos, outro ponto foi o 2.7 ( A gestão da atenção básica faz articulações de forma a propiciar que as unidades de atenção básica sejam espaços de formação e aprendizagem) com pontuação de 6 pontos também , na parte da saúde bucal tivemos o ponto 3.5 (O deslocamento dos profissionais das equipes de Saúde Bucal para a realização de atividades externas programadas e realizados por meio de veículo oficial ) com pontuação de 6 pontos.
O maior problema identificado foi na subdimensao Atenção Integral a Saúde: (4.26 – A equipe de Atenção Básica desenvolve ações sistemáticas de identificação precoce do câncer de colo uterino e de mama e faz busca ativa dos casos de citologia alterada) com uma pontuação de 4 pontos. Segundo um agente comunitário, antigamente, se fazia a citologia na UBS com procura das mulheres e registro da enfermeira das usuárias por idade, mas com tempo a secretaria não tinha recursos para continuar realizando os exames. Hoje o registro das mulheres se faz por exames particulares, trazendo o resultado para ser avaliado. A maioria do exames atestam inflamação (gardnerella, cândidas albicans, trichomonas) sendo realizado o tratamento específico.
Muitas das usuárias que vão a Unidade para fazer a citologia e mamografia não conseguem pela falta de mais vagas, desmotivando-as, devido a distância de onde elas moram. Segundo a técnica de enfermagem falta atenção à saúde da mulher segundo a periodicidade recomendada. É necessário continuar os esforços para incentivar a essas mulheres, procurar soluções essa debilidade, fazer ações dirigidas para mulheres, trazendo todo mês a nossa reunião da equipe o número de mulheres visitadas com maior risco seja por seus antecedentes familiares ou pessoal, realizando palestras e acompanhamento clinico com indicação de os exames especiais, realizando o registro de todos as usuárias que o médico o a enfermeira atendem nas consultas.
As propostas de solução para cumprir com isso indicadores, devem levar todas essas preocupações para níveis maiores e dar soluções seja a longo ou corto prazo de acordo as regulações e disponibilidade do município. Foi proposto em nosso cronograma do mês atividades de ações de saúde e palestras nas comunidades com áreas de invasão que possuem um maior números de mulheres em risco, oferecer a atenção especializada as mulheres doentes que forem diagnosticadas recentemente com citologias alteradas, apoio psicológico seja por nossa equipe ou grupo de apoio do NASF aquelas com infecções a repetições, fazer consultas de planejamento familiar, as mulheres com antecedentes de risco devem evitar que cheguem a desenvolver a doença.
É importante criar um instrumento que nos permitisse avaliar nossos indicadores e o resultado do nosso trabalho. Foi elaborado um gráfico que nos permitisse ver resultados reais, e também uma matriz de intervenção para que nosso trabalho seja mais organizado e lograr um acompanhamento dos problemas, sendo uma nova meta para um melhor desempenho laboral com trabalho em equipe, oferecendo um futuro melhor e qualidade de vida para o povo.
Pretendemos fortalecer os pontos que na autoavaliação foram classificados em menor escala, procurando estratégias de trabalho em equipe que permitam melhorar ainda mais nossos serviço. Discutir em reunião de equipe, que deve se realizar mensalmente, todas as problemáticas do nosso trabalho, criar e discutir protocolos de trabalho para melhor funcionamento dos serviços, realizar as citologias na unidade de saúde em 100% das mulheres dentro do grupo etário estabelecido por o Ministério da Saúde.
Nesta microinterversão foi importante falar as dificuldades da nossa equipe e como íamos a fazer para continuar melhorando nosso trabalho. Em um curto período de tempo nossa equipe vai conseguir avançar, além disso continuar trabalhando em equipe de forma positiva.
Matriz de intervenção
| Descrição do padrão : Identificar precoce de câncer de colo de útero e mama e busca ativa dos casos com citologia alteradas. | ||||||
| Meta: Lograr dar cumprimento do programa de câncer de colo de útero e mama em um 100% das mulheres no período estabelecido. | ||||||
| Objetivos | Ação | Atividades | Responsáveis | Recursos | Período
Execução |
Resultados |
| 1-Cadastrar, identificar e classifica as mulheres na faixa do padrão (25-64anos) | *Registrar a todas as mulheres no período | *Nas consultas , visitas na área ,ações de saúde | *Medico , enfermeira e equipe da saúde | *Não | *Mensal | *Ter identificada e classificadas todas as mulheres. |
| 2-Avaliar com periodicidade definida nos protocolos clínicos | *Registrar no material escolhido. | *Indicar exames o PCCU e mamografia.
*Avaliação clínica. |
*Médico e a enfermeira | * Sim | *Cada 6 meses o anual. | *Prevenção de saúde das mulheres com o sim resgo. |
| 3-Realizar busca ativas dos casos com exames alterados e encaminhamento. | *Procurar o endereço dos casos na sala de prontuários | *Programar visita domiciliaria | *Medico , enfermeira e a agentes comunitários | *Não | *Mensal | *Evitar complicações maiores e encaminhamento dos casos. |
| 4-Realizar ações de prevenção ,rastreio, e controle. | *Procurar os dados na sala de prontuários, laboratórios e clínica da mulher. | *Realizar atividades dirigidas as mulheres (palestra, colocar vídeos relacionados com o tema ,desenhar placas com cores e desenhos animados ) | *Medico , enfermeira e a equipe. | *Sim | *Mensal | *Lograr que as usuárias façam consciência do resgo que como mulher elas correm. |
| 5-Fazer monitoramento de todas as citologias colhidas e enviadas para analises e das mamografias. | *Registrar os dados, datas de indicação dos exames e retorno na unidade. | *Lograr encaminhar com tempo as mostras para evitar que se acumulem e colocar a quantidade por dia. | *Médico e a enfermeira. | *Sim | *Semanal | *Ter melhor controle de todas as mulheres que realizam o no os exames. |
REFERÊNCIAS
Brasil. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) – Manual Instrutivo 3º Ciclo (2015 – 2016). Brasília, 2015. Disponível em: < http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/Manual_Instrutivo_3_Ciclo_PMAQ.pdf>.
Brasil. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS). Fichas Técnicas dos Indicadores. Disponível em: http://idsus.saude.gov.br/ficha5s.html.
INCA. Ficha técnica de indicadores das ações de controle do câncer do colo do útero. Rio de Janeiro. Dezembro/2014. Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/84f26080469faa79859bed5120665fa8/FICHA+T%C3%89CNICA+Indicadores+Colo+14.pdf?MOD=AJPERES&CACHEID=84f26080469faa79859bed5120665fa8
Secretaria Estadual de Saúde, Paraná. Situação de Cobertura Citologia de Colo do Útero no Estado do Paraná. 2015. Disponível em: http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/00_-_NDS/Apresentacoes/2015/01_RO_CIB/01.pdf.
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