12 de agosto de 2019 / SEM COMENTÁRIOS / CATEGORIA: Relatos

APERFEIÇOAMENTO DA EQUIPE PARA IMPLANTAR O ACOLHIMENTO

ESPECIALIZANDA: MANUELLA ROCHA COSTA

ORIENTADOR: DANIELE VIEIRA DANTAS

O acolhimento é uma diretriz da Política Nacional de Humanização (PNH), que visa fortalecer o vínculo entre o usuário e o serviço de saúde, melhorando a resolutividade do atendimento, adequando o serviço às necessidades dos usuários. Este deve ser feito a partir de uma escuta inicial qualificada, com finalidade de organizar, avaliar e orientar as pessoas que buscam uma unidade de saúde (BRASIL, 2013).

Na busca de conduzir adequadamente o acolhimento, pode-se usar a classificação de risco através do Protocolo de Manchester, que avalia a prioridade de atendimento de acordo com a queixa do paciente e possibilita a organização do fluxo de pacientes que procuram os serviços da Unidade Básica de Saúde (UBS) garantindo um atendimento resolutivo e humanizado.

Os atendimentos realizados na UBS de Barro Preto são aproximadamente 70% decorrente de demanda espontânea, sendo agendado duas consultas de pré-natal e duas de puericultura diariamente. Diante do exposto, foi decido em reunião com a equipe a adoção do Sistema de Manchester de Classificação de Risco, com a finalidade de organizar os atendimentos, uma vez que estes eram antes feitos através de ordem de chegada.

Sendo assim, afixamos na parede da sala de triagem Figuras 1 e 2 e foi explicado aos pacientes a forma que estava sendo feito a ordem dos atendimentos. Todos os usuários que procuram a unidade são acolhidos, sendo atendido no mesmo dia por mim (médica) ou enfermeira.

Quanto aos pacientes de demanda espontânea classificados como azul, caso não seja possível o atendimento médico no mesmo dia são remarcados para o próximo dia de atendimento.

 

Figura 1. Sistema de Manchester de Classificação de Risco adotado pela UBS de Barro Preto. Fonte: Adaptado de Beveridge et al. (1999). 

 

 

Figura 2. Sistema de Manchester de Classificação de Risco adotado pela UBS de Barro Preto. Fonte: Adaptado de Beveridge et al. (1999)

REFERÊNCIAS

BEVERIDGE R, C. B. et al. Canadian emergency department triage and acuity scale: implementation guidelines. Canadian Journal Of Emergency Medicine, n. 1, S1-24, 1999. Suppl 3. Disponivel em: <http://www.cjem-online.ca/v1/n3/PaedCTAS/p3>. Acesso em: 20 fev. 2017.

 

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. 1. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 56 p. 

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5 respostas para “Relato de Experiência II de MANUELLA ROCHA COSTA”

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